Arquivo de outubro de 2016

Relato de Parto Angela – Ideal X Real

Postado por admin em 05/out/2016 - Sem Comentários

Minha história com o parto começa com a história do meu próprio nascimento: um parto normal (PN) induzido antes do momento, pois senão “passaria da hora”, com uso de fórceps que me causou hematomas e muita violência obstétrica. Sempre ouvi os relatos da minha mãe sobre o quanto foi difícil e traumática a forma como nasci e isso me causava arrepios! E fui crescendo com certo pavor de gravidez e, principalmente de parto! Quatorze anos após meu nascimento, minha mãe pariu minha irmã (dessa vez, mais experiente, só foi para a maternidade quando as contrações estavam mais próximas e intensas. Outro ‘PN’, com intervenções desnecessárias e violência obstétrica, mas um pouco menos traumático). Vi uma episiotomia…com certeza desnecessária… A referência que se tinha de um PN era de sofrimento, intervenções agressivas e desnecessárias, e pouco ou nenhum poder sobre o parto por parte da mulher. Este era e, infelizmente ainda é, em muitos hospitais, o sistema de saúde oferecido ao dito ‘PN’!!

Tudo isso só me fazia ter mais receio (na verdade, quase pavor, de engravidar e passar pelo parto). E assim o tempo foi passando… até que um dia, li o lindo e forte relato de parto da Cecília (filha de uma amiga, a Ludimila) e ‘comecei a sair da caixinha’… começava ali, há cerca de cinco anos, uma visão diferente do parto! Podia ser de outra forma!!

Conheci o Guilherme, meu marido. Noivamos, casamos e, um dia falando sobre filhos, procurei o tal relato de parto e dei para ele ler. ‘É isso que eu quero para mim, um parto com respeito’! Ele, também da área da saúde, já tendo acompanhado os dois tipos de parto (normal e cesárea), concordou.

Logo após nosso casamento, tive uma suspeita de trombose e fiz toda a pesquisa para trombofilia. Tudo ok, somente uma mutação genética (metilenotetrahidrofolato redutase – MTHFR) em heterozigoze, uma variante da normalidade, já que muitas mulheres brasileiras apresentam. Conversei com meu GO (fofinho) da época sobre a intenção de engravidar e após alguns exames e introdução de ácido fólico e vitaminas, estava liberada!

Começamos a tentar em outubro do ano passado. O Guilherme jurava que eu já havia engravidado naquele mesmo mês, mas eu dizia que não, que não era tão fácil assim! ‘É meu corpo, você acha que eu não saberia’? Mas de tanto ele insistir que eu já estava grávida, comprei um teste de farmácia (mesmo antes da menstruação atrasar!) e fiz para provar que não estava! Dia 30 de outubro de 2015, sexta-feira à tarde, estávamos em casa… fiz o teste só para provar que… dois risquinhos!!! Como assim? Não conseguia sair do lugar! Todos os temores reapareceram ali, naquele momento! Não sei definir ao certo os sentimentos, pois foi um misto de medo, alegria, surpresa… Pensei em uma menina assim que vi o ‘positivo’, mas logo a sensação passou. Ainda não acreditava muito naquele teste e então fiz o exame de sangue: POSITIVO!!! Assim, descobri minha gestação com apenas três semanas!!! E neste momento começou toda a busca pelo ‘meu parto’. Eu queria mudar aquela história da família, eu precisava mudar minha visão de que parto significava sofrimento! E assim mergulhei de cabeça na busca pelo MEU parto. Queria não somente um PN. Queria mais que isso: um parto respeitoso, um parto humanizado e, acima de tudo, um parto que fosse o melhor para minha bebê, que ela chegasse a esse mundo da forma mais tranquila e respeitosa possível. Mas estava longe do tal empoderamento que nos é tão necessário neste momento da vida, afinal não temos um sistema de saúde que nos proporcione isso, muito pelo contrário!

Primeira consulta com meu GO… e ele disse que faria um PN. ‘Nossa, que bom! Um médico do convênio que fazia PN’! Primeiro trimestre, muitooooo enjoo, muitoooo sono, barriga crescendo… As consultas foram acontecendo até que, numa das conversas com as queridas Mônica e Ludimila, elas me alertaram sobre algumas perguntas ‘interessantes’ para se fazer ao médico. E eis que percebo que o tal GO (fofinho) era de fato um cesarista!

Em nossa última consulta com o tal GO, lá pela 24ª semana de gestação, eis que ele me pergunta: ‘você ainda pensa em ter PN? É melhor uma cesárea que você vai arrumada para o hospital, não vai sofrer… e além do que, se você entrar em TP e eu estiver no consultório, não vou poder parar minhas consultas’! Saí do consultório sem acreditar no que eu tinha ouvido! O Guilherme, que me acompanhava em todas as consultas, também não.

Não critico a cesárea em si (mas continuo com pavor de uma!). É uma cirurgia que salva vidas quando bem indicada! Só não aceito esse sistema que impõe uma de forma eletiva, fria, sem nenhuma indicação, sem esclarecimentos! Esse sistema violento, que não acolhe, que não respeita a mulher. Não, não era isso que queria para mim. ‘Uma vez fora da caixinha, jamais de volta a ela’!

Apesar do Gui querer e entender o PN, senti que ele não estava 100% seguro. Após uma longa conversa no feriado do carnaval, assistimos o documentário ‘O Renascimento do Parto’ e ele adentrou comigo o mundo do PN humanizado. Pronto, eu tinha o apoio que precisava!

Já tinha indicação de alguns GO´s humanizados e foi assim que cheguei a uma consulta com a dra. Dolores Nishimura, com 26 semanas de gestação. Amor à primeira vista! Era ela, seria ela! Saí da consulta aliviada, calma, assim como o Gui. A partir daí a equipe foi formada (as queridas Lucia Junqueira (nossa doula), Priscila Raspantini (nossa parteira/obstetriz) e a dra. Vania Medeiros (nossa neonatologista, que acabei conhecendo somente na hora do parto! Rs…). A cada encontro, muita informação, muito respeito, muito carinho. Pronto! Equipe formada! Seria um parto hospitalar (não estava pronta para assumir um parto domiciliar, não o primeiro parto).

Nessa época já estávamos mergulhados no mundo da humanização! Fizemos yoga para gestante (isso mesmo, fizemos eu e o Gui, com a querida Flavia, do espaço Nascer Feliz. Eu, que sempre fui ansiosa, ligada no 220, precisava me encontrar neste momento, precisava me conectar com minha bebê, focar). Devoramos relatos de parto, artigos, livros e vídeos; fizemos cursos e fomos aos encontros de gestantes (ah, como eu adorava os encontros e as discussões de ‘barrigudinhas’ da Casa Moara e do GAMA!!!). Não importava o cansaço após um longo dia de trabalho, esses encontros me renovavam, me davam mais forças para seguir naquilo que eu acreditava e queria para a chegada da minha pequena!!!

E assim as semanas foram passando, gestação super tranquila, sem intercorrências. A DPP era 11 de julho. Preparamos a playlist do parto e eu a escutava quase que todos os dias. Eu e o Gui discutimos várias vezes nosso Plano de Parto, mas não chegamos a escrevê-lo.

Dia 13 de junho, segunda-feira, 36 semanas. Por volta das 22h00 peguei pela internet os resultados de alguns exames e, para minha surpresa, três deles bem alterados. Dois eu sabia que estavam relacionados às enzimas hepáticas (já tinha lido algo sobre). Algo estava errado. Era tarde e achei melhor falar com a GO no dia seguinte pela manhã. Praticamente não dormi durante a noite (além da posição já não ajudar e do refluxo que vinha me acompanhando há alguns dias, aqueles exames alterados me preocupavam).

Dia 14 de junho, terça-feira. Tinha paciente às 7h45. Logo em seguida enviei os resultados para dra. Dolores e de pronto recebi uma resposta que me desestabilizou: ‘vá para o PS avaliar pré-eclâmpsia e a vitalidade da bebê’. Como assim? Estava tudo certinho, tudo redondo até então: exames, PA… não apresentava nenhum sintoma… Subi e chamei o Gui (trabalhamos juntos) e fomos de imediato para o São Luiz. Chegando lá, fui logo atendida. Catarina ótima! Batimentos, peso estimado, movimentação, ILA! Repeti os exames. PA normal, mas os exames alterados estavam com valores mais alterados ainda! O plantonista entrou em contato com a dra. Dolores e decidiu-se pela internação e provavelmente indução do parto. Suspeita de síndrome de HELLP. Não consegui conter a tensão neste momento e um misto de frustação e medo tomaram conta de mim. Via a tensão estampada também na expressão do Gui, mas ele me amparou com toda sua força!

Às 19h00 a dra. Dolores veio. Começamos a indução com Misoprostol e descolamento de membranas. Doeu um pouco, eu estava tensa, não conseguia relaxar. Veio em seguida também o Thomas para uma sessão de acupuntura, para acelerar na indução. Neste momento consegui relaxar, apesar de já começar a sentir cólicas. Thomas, pessoa iluminada, serena, que transmitiu muita paz! Consegui cochilar um pouco; à 1h00 novo Miso, dessa vez com a Priscila. E assim seguimos a cada seis horas.

Dia 15 de junho, quarta-feira. Estava mais calma. Eu e o Gui tomamos café e fomos andar pelos corredores, para ajudar a engrenar. Já sentia algumas contrações, com intervalos médios de 5 em 5 minutos, mas totalmente suportáveis. Continuei andando. Após o almoço fui tomar um banho. Minha mãe e minha irmã estavam a caminho, ainda não as tinha visto após a internação. Dra. Dolores passaria somente à noite. Enquanto estava no banho, o Gui entra e fala que ela já estava lá. ‘Mas ela não passaria somente à noite’? Senti toda a tensão que tomava conta dele. Saí do banho e a expressão dela também não era tão ‘boa’. Havia sido confirmada síndrome de HELLP parcial! O parto teria que ser induzido de forma mais rápida. Exame de toque, 5cm de dilatação. A Priscila também chegou… conversamos… eu chorei, fui ouvida, acolhida e acalmada. Por volta das 16h00 descemos para o pré-parto. Só consegui ver minha mãe e minha irmã chegando, não tive tempo de conversar com elas…

Já na sala de pré-parto iniciamos o uso da ocitocina (não queria, mas foi bem devagar e não senti diferença em relação à intensidade das contrações, somente que elas ficaram mais ritmadas). Chegou a Lucia. Apesar da tensão do momento, conversamos bastante, fiquei na bola, andamos pelos corredores, eu jantei. Fui aquecida, física e emocionalmente. Mesmo com este diagnóstico, em nenhum momento a equipe me passou tensão ou preocupação, muito pelo contrário, o que senti foi respeito, calma, acolhimento, em um ambiente com pouca luz e que tocava minha playlist, as músicas que havia escolhido para aquele momento, que eu tantas vezes já havia ouvido junto com a Catarina. A bolsa foi rompida. As contrações aumentaram um pouco. Tudo estava correndo bem, mas eu não estava totalmente entregue… havia muita expectativa e preocupação com o andamento do parto (apesar de estar sendo muito bem monitorada pela equipe, o medo do que poderia acontecer nesta situação não me deixava), o pensamento na família que aguardava e estava tensa… pedi ao Gui que fosse conversar com eles e os tranquilizasse, que contasse sobre a ida para a UTI após o parto para monitoração, que era o procedimento por conta do diagnóstico.

Neste momento eu sabia que só havia dois caminhos e eu precisava fazer a escolha: estava entre a luz e a sombra… precisava fazer a travessia! E eu atravessei, sintonizei, fiz a conexão com meu corpo e com minha bebê, aceitei e acolhi aquele parto que não era o que eu havia idealizado, mas era o MEU parto real, o parto que traria minha pequena para mim… as ondas foram crescendo, chegavam e iam embora, mas de forma muito mais intensa. Chuveiro quente, bola, vocalizações, massagens, ‘aperta o quadril’!!! (como aliviava) … todos envolvidos. Passei a não querer mais conversar, olhos fechados; não prestava mais atenção em quem estava na sala, não lembro ao certo em que momento o Gui retornou e nem quando o restante da equipe entrou (dra. Luciana, GO auxiliar e dr. André, anestesista. Eles foram necessários caso o parto não evoluísse bem e fosse necessária uma cesárea). Apesar de ter uma equipe grande dentro de uma sala pequena, não lembro deles conversando, a não ser quando eu falava algo e me respondiam. Respeito àquele momento… silêncio… Eu estava na Partolândia e, a partir daí, tenho ‘flashes’ do que aconteceu. Lembro de quando iniciou a sulfatação, pois ficar ligada à ocitocina e ao sulfato não foi nada agradável!

As contrações já estavam muito intensas… apesar do Gui e mais alguém (não consigo lembrar quem) continuarem a apertar meu quadril, já não aliviava tanto a dor. Dói? Sim, e muito! Mas não tenho lembrança da dor como sofrimento. Solicitei analgesia, acho que umas duas vezes… a Lucia e o Gui me fortaleceram neste momento, dizendo que eu era forte e que não seria necessário (eu sabia que poderia atrapalhar a evolução do TP)… novo toque e… 9,5 cm! Dilatação quase total! Nada de analgesia.

Fomos para a sala de parto e lembro de algumas enfermeiras sorrirem para mim neste trajeto.

Chegando lá, fui para a banqueta de parto. O Gui me apoiava atrás. A dor mudou… era como algo abrindo em meu corpo. Ficar na banqueta não estava confortável. A dra. Dolores sugeriu ficar de cócoras, mas foi bem pior. Voltei para a banqueta. Os puxos. Desconcentrei e comecei a fazer força antes da hora. Estava extremamente exausta e lembro do dr. André colocar o oxigênio em mim… ‘isto vai te ajudar’. De fato melhorou. Puxos, força… Catarina coroou. Mas mesmo após algumas forças, ela não passava. Mais puxos, mais força, tudo se abrindo… e eu senti o círculo de fogo. Mas a cabeça não passava (eu havia iniciado as massagens perineais e o uso do Epi-no há duas semanas, mas acabei tendo uma irritação e foi necessário parar por alguns dias). Nova avaliação da Catarina com o sonar: não ouvi seus batimentos e isso me desesperou (não lembro de colocarem o cardiotoco, mas o Gui disse que colocaram e que dava sim para ouvir os batimentos. Depois fiquei sabendo que na verdade só havia diminuído a frequência). Pela primeira vez senti a dra. Dolores ser dura: ‘Angela, ela precisa nascer agora’! O medo tomou conta de mim e comecei a fazer a maior força possível. Foi necessário o uso do vácuo para auxiliar no expulsivo. Mais uma força, vi o rostinho da minha pequena, olhos abertos, uma circular de cordão…e em mais uma força ela estava nos meus braços: 23h07 do dia 15 de junho de 2016, com 36 semanas de IG, 3.135 grs, 49,5 cm. Minha bonequinha de leite! Linda, coberta pelo vernix, olhos grandes, covinhas e um cheiro que inebriava, que cheiro maravilhoso, impossível descrever! Catarina nasceu! Eu e o Gui parimos e renascemos: pais!!! Ficamos nós três abraçados: eu, Catarina e Gui… agora somos uma família! Momento único, sagrado, sublime…

Pergunto se está tudo bem com a pequena. Dra. Vania está presente, a vejo pela primeira vez (não sei em que momento ela entrou), e sim, estava.

Vou para a maca, havia um sangramento considerável. Mais algumas contrações e a placenta dequitou. Dra. Dolores avalia e nenhuma laceração. Ainda estou em êxtase! Consegui! Catarina está conosco; não quis mamar, ficou por um tempo aninhada em meu colo. O papai cortou o cordão após parar de pulsar e a pegou no colo. Ele também estava extasiado, inebriado. Em seguida nossa bebê é avaliada. Um pequeno desconforto respiratório, APGAR 9-10. E os únicos procedimentos realizados foram os de fato necessários, sem violência obstétrica, sem violência neonatal. Catarina não foi aspirada, não recebeu colírio de nitrato de prata. Foi respeitada na sua chegada a este mundo!

Não havia mais dor, mas estava exausta e com fome. A querida Priscila me trouxe um suco. Apresentei alguns tremores que não conseguia controlar (creio que por ter perdido muito sangue). Fui bem aquecida.

Era hora de ir para UTI. Teria que me separar da Catarina (ela iria para semi-intensiva neonatal – procedimento por eu estar na UTI). Sensação estranha de ter parido, mas não ter minha bebê por perto… durante a madrugada dormi e acordei diversas vezes com flashes do parto. Foi tudo muito intenso e rápido, acho que ainda estava processando tudo que havia acontecido!!! Durante o período que estivemos na UTI, o Gui revezava entre uma UTI e outra, para ficar com nós duas.

Após 30h de UTI, voltei para o quarto e agora poderia ter minha pequena comigo! Fui até a UTI neonatal, peguei a Catarina e pela primeira vez a amamentei. Pega linda! Estar com ela nos braços, amamentando… nos entrelaçamos e éramos uma só novamente! Ela era calma, serena, encantadora! Mas Catarina só poderia ir para o quarto conosco no dia seguinte, pois teria que fazer fototerapia.

Dia 18 de junho, sábado pela manhã: finalmente estávamos juntos eu, Gui e Catarina. Enfim, toda a tensão e preocupação haviam acabado. Estávamos grudadinhos e não desgrudamos nunca mais!

 

Deus, obrigada por me permitir vivenciar a experiência de ‘ser mãe’ e por ter passado por esse diagnóstico sem nenhuma complicação. Obrigada por me fazer compreender que nada está em nossas mãos e, que nem sempre o ideal é o melhor para nós. Meu parto real foi intenso e transformador, como eu jamais poderia imaginar.

Agradeço ao Guilherme, meu marido, amigo, companheiro e apoiador incondicional! Obrigada por entender, respeitar e me apoiar em minha escolha. Por ter vivenciado a gestação de forma tão intensa comigo, participando de tudo! Obrigada por parir comigo! Você foi fundamental e simplesmente fantástico em todos os momentos! Todo este processo só fortaleceu mais nossa relação e fez crescer ainda mais meu amor, respeito e admiração pelo homem que você é e pelo pai que se tornou! Amo muito você!

Agradeço às nossas famílias, sempre presentes e nos apoiando! Catarina é de fato muito sortuda pelas famílias que tem!

Toda minha gratidão, amor e respeito à nossa equipe! Vocês foram sensacionais!!! Exerceram todo seu profissionalismo com leveza, me tranquilizaram e me mostraram que eu era forte e capaz.

– Dra. Dolores, nossa GO linda: obrigada por ser tão doce e forte ao mesmo tempo. Por me ouvir e estar sempre disposta a esclarecer minhas dúvidas;

– Lucia, nossa doula: sua sensibilidade e seu carinho foram essenciais;.

– Priscila, nossa parteira/obstetriz: obrigada pelo cuidado e serenidade;

– Dra. Vania, nossa pediatra querida: toda minha gratidão por receber minha pequena com tanto respeito, cuidado e carinho.

Paula, minha irmã amada, obrigada por me ouvir tantas vezes e me apoiar.

Mônica e Ludimila, muito obrigada por tantas conversas, por me ouvirem, por me alertarem e por me ajudarem a percorrer esta caminhada rumo ao meu parto. Serei eternamente grata a vocês!!!

Às queridas Flavia e Renata, instrutoras de ioga para gestante. Vocês foram fundamentais para meu processo de conexão com meu corpo e com minha bebê e para que eu me tornasse uma pessoa mais calma e centrada.

Aos profissionais da Casa Moara e do GAMA meu muito obrigada pelo lindo trabalho dos encontros de gestantes que a cada semana contribuia para nosso empoderamento na busca pelo parto humanizado.

Aos profissionais da Maternidade São Luiz Itaim, obrigada por todo o carinho, respeito e dedicação com que fui tratada, desde minha entrada até minha alta.

Enfim, Catarina, minha filhota linda. Obrigada por me ensinar a cada dia o verdadeiro significado da palavra amor, por me ensinar a ser mãe. Acordar com seu sorriso e sentir seu cheiro todos os dias é a melhor sensação do mundo! Você torna tudo mais leve e intenso.